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Agora começou
A quarta etapa do maior rali do mundo entre as cidades argentinas de Jacobacci e Neuquen, na região da Patagônia, sem dúvida foi a mais difícil até agora. O piloto líder da categoria motos, o espanhol Marc Coma, chegou ao final dos quase 750 km desta terça-feira garantindo que o Rally Dakar tinha começado definitivamente hoje. Ele não quis fazer comparações com as edições realizadas na Europa e África, mas afirmou que com certeza a América do Sul tem condições de abrigar um rali, no mínimo, igual em nível de competitividade e dificuldade. Entre os brasileiros, o piloto de motos José Hélio terminou a etapa na posição de número 14, mas levou uma penalização de 20 minutos por ter passado muito rápido em uma zona com radar e velocidade controlada. Assim, ele ocupa agora a 13ª posição na classificação geral. Nos carros, o piloto Guilherme Spinelli e o navegador Marcelo Vívolo da Equipe Mitsubishi Brasil seguem na 11ª posição na classificação geral. Jean Azevedo e Youssef Haddad asseguraram a posição de número 21. O irmão de Jean, André Azevedo ao lado de Maykel Justo continua em 5º na classificação geral dos caminhões. Nesta quarta-feira, dia 7, os competidores que seguem na disputam vão enfrentar um aperitivo das dunas que os esperam no deserto do Atacama. No caminho até a cidade de San Rafael serão aproximadamente 20 km de dunas, longos caminhos por leitos de rios secos, com muitas pedras e a Cordilheira dos Andes já aparecendo no horizonte.
Verão: Caindo n´água
O surf é um esporte muito completo: você fica muitas horas na água remando, voltando para a arrebentação, trabalhando o equilíbrio na prancha e velocidade de reação. Mas, você não pode chegar na praia e cair direto na água. Para um esporte que requer muita coordenação como o surf, é melhor fazer um pouco de alongamento e começar a atividade de forma lenta e gradual, entrando aos poucos no exercício em si. Assim, você vai se sentir bem ao pegar as ondas. Nenhuma atividade vale a pena se você parte diretamente para ela, sem um aquecimento antes. Quando você começa dessa forma o seu rendimento acaba sempre sendo muito pior.
Alto verão na cidade
Nessa semana estamos falando sobre verão na cidade e no trabalho. Hoje vamos falar em como adaptar algumas peças do alto verão e da praia para a cidade. As roupas de alto verão são as que usamos no auge do calor que, em geral, coincidem com as férias de janeiro. Na volta para a rotina, há várias peças que ainda temos vontade de usar. A estação tem um estilo diferente em todos os sentidos, tanto na temperatura, quanto no espírito: o alto verão é feito de looks leves e despojados na modelagem e no material. Mas, em cidades urbanas e no trabalho, sentimos necessidade de usarmos roupas mais compostas. Para isso, é necessário um pouco mais de roupa e um upgrade nos acessórios. Alguns exemplos: por cima do vestido de alcinha, além do casaco leve, temos também os casaquinhos de manga curta, as capinhas e os coletes. E além dessas que já usamos, uma idéia é colocar uma regata por baixo, que pode ser de uma cor que dialogue com o vestido ou uma branca. Seguindo o mesmo estilo para os homens, a mesma regata branca ou de cor neutra fica bem adaptada com uma camisa de manga curta e até estampada para a cidade. Outra idéia é usar um vestido mais curto, não necessariamente de alcinha, com uma calça skinny ou uma legging por baixo. Para dar um upgrade nos acessórios, o negócio é escolher materiais mais bem selecionados e prestar atenção aos detalhes, como trocar materiais mais rústicos por mais nobres e resistentes e também aumentar o salto.
Fim de prova para motos brasileiras
No terceiro dia do Rally Dakar, três pilotos brasileiros foram forçados a abandonar. Dimas Mattos, no meio da poeira que se formou na especial de 551 km, acabou se perdendo, bateu a perna em um toco que estava à beira da estrada e acabou fraturando o tornozelo. Seu companheiro na equipe ASW, João Tagino, teve a mesma sorte, aliás, o mesmo azar. Por conta da poeira, acabou caindo e foi forçado a abandonar. Carlos Ambrósio, o terceiro piloto da equipe teve menos azar: pelo menos não se machucou, mas sua moto quebrou e ele foi forçado a dizer adeus para a 30ª edição do Rally Dakar. No meio de tanta poeira, talvez os pilotos que estejam voltando para casa depois de três dias sejam até sortudos, porque no meio da poeira não dá para enxergar nada. É acelerar no vazio e passar susto o tempo todo. Bem vindos de volta.
Povos em letras
Paixão à primeira vista pela coleção da Editora Contexto que traz um pouco do mundo muçulmano, dos italianos, dos japoneses, dos franceses e dos espanhóis. Peter Demant, um dos maiores especialistas internacionais sobre o mundo islâmico, escreveu uma obra monumental do ponto de vista histórico. O autor responde se os muçulmanos constituem uma ameaça ao mundo ocidental, como a rica tradição cultural convive com a profusão de homens bomba, atentados em série e terrorrismo em larga escala, e o porquê de o Islamismo ser a religião que mais cresce no planeta com um livro provocativo e inventivo. Já o historiador João Fábio Bertonha ficou encarregado de desvendar quem são os italianos: convivas barulhentos que devoram fartas macarronadas ou degustadores sofisticados de pratos refinados? Filhinhos e netos de mamas supersticiosas ou executivos competentes que criaram roupas, sapatos e objetos de design, símbolos de elegância em todo o planeta? O que explica que a Itália e os italianos provoquem sentimentos tão contraditórios por parte dos estrangeiros? Outros feras cuidam dos japoneses, franceses e espanhóis. Essa leitura é para fazer naquela tarde de chuva. Você devora esses livros em um segundo.




